Contos arturianos segundo a Firecast Studio: Sword Legacy Omen

Sim meus amigos, eu voltei! Acalmem se e parem de apedrejar minha casa enquanto pedem por textos meus pois I’m back bitches 😀

Graças a Nuuvem (muitíssimo obrigado! :D) tivemos a chance de testar o mais novo RPG estilo Final Fantasy de 2018 – Sword Legacy Omen! Como já dizia a saudosa banda Blitz “Tá tudo muito bom, tá tudo muito bem” mas indo direto ao ponto, a Firecast Studio trouxe uma reinvenção dos contos arturianos, colocando algumas doses da imaginação deles. A empresa carioca desenvolvedora de games, fundada em 2014, resolveu tirar do papel (em parceria com a Fableware – responsável pela narrativa) a mistura de um RPG e estratégia com uma história epicamente divertida, focada na parte fantasia dos contos.

Em primeira instância, vale muito destacar que todo o conjunto da obra se trata de um game brasileiro. Vendo o traço e história, chega a ser engraçado nosso pensamento já achar que aquilo tudo é feito no estrangeiro mas é tudo nosso. Avaliar e consumir conteúdos do nosso país tende a ser uma experiência diferente mas igualmente maravilhosa, que mostra o tamanho potencial que temos disponíveis e quanto estamos mal acostumados com o mercado lá fora.

Na história, temos Uther, um cavaleiro moribundo e seu “amigo” mago Merlin (sim, ele mesmo), seguidos de uma visão de que a reino será atacada em breve. O grande problema, é que ao chegar na cidade, descobrem que o ataque já ocorreu e a princesa desapareceu, além do rei estar morto. Prometendo o mais comum (salvar a princesa), nosso personagem marcham pela Britânia para cumprir isso.

Como dito antes, o RPG estratégico me lembrou Final Fantasy: Tactics Advanced, um dos primeiros jogos com base em turnos e câmera posicionada da mesma forma (calma, já joguei Chrono Trigger que é em turnos mas a câmera é diferente). Aqui, a arte do jogo se junta para contar uma narrativa incrível mas com uma problemática na jogabilidade. Nessa questão em essencial, quem já está acostumado a consumir esse tipo de jogo pegue o jeito fluído mais rápido de luta.

Paciência é uma virtude

Dividindo se em 3 aspectos principais entre combate, narrativa e o quesito explorar do game, o sistema tático de jogabilidade te permite carregar consigo 4 personagens, afim de movê-los pelos mapas e derrotar inimigos. Não pense que a lógica simples faça do jogo “bobo” ou fácil, pois assim como um jogo de xadrez, cada persona possui habilidades e movimentos específicos para utilizar da melhor forma possível, somados a DESGRAÇADA falta de recursos de cura, existindo específicas para o tipo de dano. A dica é: use a cabeça!

A falta de vida fácil é somado a desatenção na hora do clique: como a base é a movimentação em quadrado e point n’ click (clicar pra se movimentar), temos o mesmo problemas dessa mecânica. As vezes, por conta da posição do inimigo, acabamos clicando num quadrado atrás dele, acabando com sua jogada final e te custando a rodada ou até, o jogo todo, te fazendo voltar do ultimo check-point.

Calma lá jovem, todos os jogos são difíceis mas podem ser superados, ok?

Sword Legacy: Omen é um baita jogo bonito e forte em sua narrativa. Pra quem gosta do gênero, é uma das grandes apostas de 2018. Já pra quem não curte, vale conferir nossa dica então né? Produtos brazucas sempre valem uma olhada!

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Sobre a Nuuvem

A Nuuvem é a maior loja de jogos digitais da América Latina, feita de gamers para gamers. Focada na transparência com o consumidor, a loja já conta com mais de 1.6 milhões de usuários. Fundada em 2012, a empresa teve sucesso em atrair a atenção do mercado global de games para o Brasil e outros países das Américas, obtendo parcerias diretas com as maiores produtoras de jogos do mercado, como: Warner, Ubisoft e 2K. Trabalhando com o objetivo de oferecer sempre preços mais acessíveis, a Nuuvem possui hoje um catálogo com milhares de títulos, incluindo lançamentos e pré-vendas.