15 minutos de A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell!

 Ghost in the Shell ainda segue como favorito na lista de melhores animes/mangás da nossa equipe. Hoje (dia 09/03), graças ao Cinépolis e Paramount Filmes fomos convidados a assistir 15 minutos do filme e já adianto: trabalhamos a partir daqui com spoilers leves.

 A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell mostra a história de Mokoto Kusanagi, conhecida como Major, uma ciborgue com cérebro humano trabalhando para a seção 9, uma organização responsável por lidar com crimes hackers e cibernéticos.

Nas cenas mostradas durante os 15 minutos (que digo já ser os mais rápidos da minha vida), é fácil notar a importância de seguir fiel ao anime, mostrando imagens simplesmente retiradas e colocadas no live-action. A fotografia, principalmente na cena de transformação de Mokoto em Major (personagem de Scarlett Johansson), traz a mesma sutileza e fodalhidade que sentíamos no anime, lá de 95, seguido de uma trilha sonora leve a níveis arrepiantes a quem conhece a obra. Na cena, vemos basicamente o processo de surgimento da ciborgue, digno de um wallpaper, sem muito segredo para explicar a origem da nova “arma”.

Scarlett trabalha bem, embora haja pouco material para visualizar isso. A frieza da Major ainda é presente mas não tão impactante quanto em suas obras anteriores. Outra cena mostrada traz a protagonista saltando de um prédio, clássica do anime e que está em grande parte no trailer, a não ser por descrever os objetivos da missão. O disfarce tático, as armas, androides, movimentos estão tudo lá, seguidos de um Batou (Pilou Asbæk) clássico e mostrando o mínimo de sua preocupação com a companheira de equipe, mesmo que seus famosos “olhos vivos”, implantes oculares para melhoria em batalha ainda não estejam presentes.

Estranho pensar que Major fosse tão apegada ao seu lado humano, visto que apenas o cérebro foi mantido em um corpo sintético. Talvez, esse seja o gancho para abrir a trama de sua busca por saber de onde veio ou quem realmente foi, dilema facilmente explicado em sua cena onde se compara a um robô caído e estraçalhado por balas.

Apesar da confusão, os estúdios decidiram colocar o artigo A antes do título Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell justamente pra mostrar que o longa tratava se de uma protagonista feminina, além de adicionar o nome original de seu homônimo por ultimo para pegar no gosto popular primeiro.

A proposta disso? Criar uma franquia GHOST IN THE FUCKING SHELL. O futuro ciberpunk e distópico nos espera meus jovens, dia 30 de março nos cinemas! 😀